Fevereiro 28, 2009...5:01 am

A sociedade de massa, o homem-massa, a crítica a sociedade fast-food.

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Acredita-se piamente que o trabalho é o meio mais honesto de ganhar dinheiro. Acordam cedo e dias após dia vivem na rotina incessante de movimentos programados.

Como robôs, desfilam nas ruas (não mais highway, mas “slow-way”), com câimbras nos olhos de tantas propagandas na rua, alimentando-se de fast-food e confusos com tanta informação constantemente vomitada em suas cabeças.

Banalizada pela indústria cultural, a liberdade do indivíduo é anulada. Preocupado em consumir, em manter o seu individualismo, seu ego inspirado nos estereótipos dos heróis do cinema, a individualidade do ser é destruída. Torna-se um ser amorfo, anêmico e sem qualquer interesse em mudar, em ser diferente, em ter opinião.

Curioso que uma sociedade que prega o individualismo, promova a perda de identidade como um meio de controle. Então como todo mundo, o indivíduo comete tantos clichês que acaba repetindo tudo o que já disseram acaba escrevendo em blogs, não consegue passar um dia sem acessar seu email e não imagina ficar sem celular.

Novos traumas e outros tantos vícios foram criados para massificar, para tornar o mundo um comercial e assim, devorar qualquer indicio de individualidade cultural.

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