Resenha: Attack on Titan: Fim do Mundo


 

O rosto dos Titãs não sai da minha mente, assim como todo o sangue derramado na tela. Assisti o filme “Attack on Titan: Fim do Mundo” (2018) a convite da Sato Company, e gostaria de compartilhar com vocês algumas impressões.

Esta é a continuação de “Ataque de Titãs”, live action de 2015 e não vá ao cinema pensando que assistirá a um filme apenas de ação, mas um longa metragem que envolve outros gêneros, como terror e drama. O que atrai neste longa, que é a adaptação do anime “Shingeki no Kyojin” (Ataque de Titãs), é ser pesado e não economizar nas mortes e no gore. Um dos maiores exemplos (maiores mesmo!) é a aparência de alguns titãs que não têm a pele.

Será que o público sentia falta dessas produções com aquela antiga pegada de matar personagens sem nenhum receio?

O fato é que o primeiro filme teve um bom desempenho e, de acordo com a imprensa japonesa, a bilheteria arrecadou 600 milhões de Yens logo no final de semana de lançamento. O que nos leva a produção de sua continuação e seu posterior interesse da distribuidora Sato Company em fechar parcerias com diferentes redes de cinemas para exibição do longa no Brasil.

Leia a resenha completa no site da Cidade Gamer.

Resenha: God of War – um recomeço


Para quem achava que a jornada de Kratos havia terminado pode se contentar com um novo título desta saga. Depois de muito espancamento de deuses nos *sete jogos da franquia, um recomeço digno do Deus da Guerra surge para reinventar a história e trazer novas mecânicas.

Mesmo com uma história e famas bem estabelecidas, a equipe do Santa Monica Studios resolveu fazer muitas mudanças. Neste God of War, Kratos está bem mais velho e com aparência cansada depois de exterminar os deuses gregos. Kratosexterminou os deuses gregos e decidiu se afastar de tudo indo para terras nórdicas, onde casou novamente e teve outro filho, Atreus, que o acompanhará em sua jornada de superação de um novo luto e muita luta pelo rico e novo mundo que os cerca.

No começo do jogo, a nova esposa de Kratos e mãe de seu novo filho acabou de falecer e eles são atacados por um deus nórdico. Assim, surge a necessidade de treinar Atreus para que ele possa se fortalecer enquanto ambos viajam para cumprir o último desejo dela.

A relação familiar se tornou tensa após a perda da figura feminina que fazia a ponte entre pai e filho. O tratamento é um tanto marcial e parece não ter muito sentimento envolvido. Contudo, as coisas vão mudando e a relação amadurece.

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PS: um coisa que não comentei na resenha que fiz para a Cidade Gamer foi que este jogo meu presente de aniversário. Então, joguei no dia que completei mais um aninho de vida! Dá uma olhada:

 

Resenha: Last Day of June


Mesmo que aborde um tema muito triste, Last Day of June é um jogo colorido e com um cenário muito rico de detalhes e cores.

Seu enredo aborda nossa dificuldade de aceitar a morte e a enorme dor que isso pode causar.

O protagonista deste jogo vivencia repetidamente o dia do falecimento de sua esposa, mas sobre a perspectiva de pessoas e animais que passaram por esse momento junto ao casal.

O jogador pode tentar evitar a morte conduzindo Carl pelas pinturas dos personagens que sua esposa, June, pintou. Com isso, surgem novas oportunidades e informações para evitar a morte dela.

Conforme os puzzles dentro dos quadros são resolvidos, o jogador descobre a ordem certa para impedir o acidente de carro que deixou Carl em uma cadeira de rodas e vitimou June. No decorrer desta procura, alguns itens colecionáveis podem ser encontrados, o que ajuda a acessar memórias felizes ou tristes.

 

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Revista GOTHIC STATION


Sou revisora da Revista Gothic Station desde a segunda edição! Embarquei neste projeto encantada pela subcultura gótica, da qual “faço parte” desde 2003. Fiquei um tempo longe, devido aos estudos e “amizades” que não respeitavam meus gostos, meu estilo e minhas escolhas. O tempo passou, tentei me adequar e, no fim das contas, os anos passaram e tudo aquilo não importava!

O que importa hoje, após os trinta anos, é a minha vida, as minhas escolhas, os meus ideais, cuidar da minha família e pagar meu boletos. Não ligo mais para o bullying, nem para a opinião dos outros. Ser gótico, para mim, é aceitar as pessoas como elas são.

Além disso, como jornalista, sou fico super entusiasmada com revista impressas.

Conheça mais sobre o projeto com as próprias palavras do idealizador, Henrique Kipper:

“O site GOTHIC STATION traz informação de qualidade em português sobre a subcultura gótica desde 2008. Agora queremos fazer ainda melhor e mais, produzindo a revista impressa GOTHIC STATION, levando aos Góticos brasileiros artigos e reportagens sobre coisas que são importantes para nós em nossa realidade local, e também sobre o que acontece no universo gótico mundial atualmente”.

A campanha para a quarta edição está rolando! Acesse o projeto no Catarse e escolha seu pacote.

Resenha: Taimumari


Taimumari é um grande jogo de plataforma de ação no estilo retro de rolagem lateral que usa uma variedade de magia, manobras e uma espada enquanto você coleciona coisas em uma seleção de cinco níveis diferentes. Há uma quantidade igual de diversão e desafio. O jogo não é fácil, mas até mesmo os problemas difíceis não são motivo de frustração.

Leia a resenha completa no site da Cidade Gamer!